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Revista PORT.COM • 19-Fev-2017
Emigrantes lesados do BES vão voltar a manifestar-se em Paris



O protesto vai-se realizar no dia 25, a partir das 10H30 (em Paris) em frente à sede do banco em Paris, na Avenida Georges Mandel.

Um grupo de emigrantes lesados do Banco Espírito Santo (BES) marcou uma manifestação para 25 de fevereiro em frente à sede da instituição em Paris, porque "não se vê luz ao fundo do túnel".

"Resolvemos ir para a rua porque o nosso caso está muito parado, relativamente aos tribunais e às negociações. A malta está farta disto e resolveu ir para a rua novamente. Não se vê a luz ao fundo do túnel", explicou Carlos Costa, um dos promotores do grupo Emigrantes Lesados Unidos.

Carlos Costa sublinhou que se vai "entrar no terceiro ano" desde a queda do BES e que "o problema está na mesma".

"Decidimos ir para a rua porque estamos completamente esquecidos. Ninguém fala de nós. As negociações estão paradas, isto está tudo parado", lamentou o português de 49 anos, adiantando que pretendem repetir o protesto "em frente a instituições portuguesas em Paris" nos últimos sábados de cada mês "até às férias" do verão.

Desta vez, a manifestação não é organizada pela Associação Movimento Emigrantes Lesados Portugueses (AMELP) que "ainda acredita nas negociações", afirmou à Lusa Helena Batista, vice-presidente desta associação.

"A AMELP ainda acredita nas reuniões e nos contactos com as entidades envolvidas e o Governo e - embora apoie todas as manifestações e iniciativas que sejam ordeiras e legalmente convocadas para que os lesados possam reaver o mais rápido possível as suas poupanças - decidiu não organizar esta manifestação porque o objetivo da AMELP é encontrar uma solução extrajudicial o mais rápido possível", justificou Helena Batista.

Carlos Costa considerou que "a AMELP está a trabalhar", mas alguns dos seus associados "resolveram ir para a rua porque o caso está completamente parado" e porque "o primeiro-ministro e o Presidente da República estiveram em Paris e em Champigny [nas comemorações do dia de Portugal no ano passado] e prometeram resolver o problema dos emigrantes e o caso está na mesma".


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