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Revista PORT.COM • 13-Mar-2017
Mota-Engil ganha concurso de 2,1 mil milhões de euros em Moçambique



O concurso para a construção da linha férrea a partir de Moatize até Sopinho, incluindo o porto de águas profundas de Macuse, foi adjudicado à construtora portuguesa.

A Mota-Engil ganhou o concurso avaliado em 2,3 mil milhões de dólares (cerca de 2,1 mil milhões de euros) para a construção de uma linha férrea em Moçambique. O contrato inclui as obras de construção da linha férrea a partir de Moatize, em Tete, até Sopinho, bem como o porto de águas profundas de Macuse, na Zambézia.

A informação foi divulgada pelo presidente do CODIZA, Corredor de Desenvolvimento da Zambézia, Abdul Carimo, em entrevista à Rádio Moçambique. O responsável adiantou ainda que o concurso contou com a participação de seis empresas.

"Durante seis meses estivemos a discutir, a analisar, a avaliar e neste momento já foi encontrada quem é a empresa vencedora. Já temos mais ou menos o preço fixado e estamos prontos já para assinar o contrato de adjudicação para a empresa começar com os trabalhos", detalhou Abdul Carimo.

Para os analistas do Haitong a adjudicação desta obra à construtora portuguesa "pode ser muito positiva". No entanto, sublinham que é preciso "perceber se este projeto está totalmente financiado" e se a Mota-Engil vai trabalhar em consórcio ou não.

"Pelo que percebemos, os candidatos iniciais para o projeto foram duas empresas chinesas e turcas não reveladas, bem como uma empresa brasileira e uma sul-coreana. Este projeto está em cima da mesa há alguns anos e, aparentemente, a recuperação dos preços do carvão ressuscitou o interesse em prosseguir com ele", lê-se na mesma nota do ex-BESI.


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